terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Extremo conforto.

Noite em São Paulo num verão que não é verão. 
O orvalho chega e a moleza o acompanha. 
As luzes da rua se acendem, os faróis dos carros também.
A brisa bate com tamanha força que arrepia os pêlos do corpo.
Pela casa corre um cheiro de banho tomado, uma sensação de aconchego.
Vontade de um abraço.
Enquanto o mundo roda e a cidade não dorme,
fico deitada,
na minha cama.

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