terça-feira, 30 de junho de 2009

sleepless workaholic,

Por dia, 3 horas. Durante a semana, 15 horas. Aos sábados, umas 8... Domingos, 6.
Horas dormidas, contadas nas pontas dos dedos.
Esperadas com o maior anseio.
Ora é querer, ora é poder.
Café com Cola-Cola, Red Bull com anfetamina.
Durante 3 dias.
Madrugada, 2 e meia, trabalhar. Madrugada, 5 e meia, levantar. Madrugada, meio dia, existir.
Achar que a vida toda é madrugada, perder a noção do tempo e ficar paranóica.
Não saber que dia é hoje, muito menos amanhã. Se ainda é quarta-feira, pouco importa. Sexta à noite, vai ficar em casa mesmo...
Tecnologia que não funciona ao seu favor, despertador que não toca, olhos que não despertam, mente que não acorda.
Merda, 8 e 15 da madrugada. Sol. Perdi 3 horas a mais do meu precioso tempo, dormindo. Sentir-se culpada não adianta muito.
Trabalhar para viver, viver para trabalhar. Trabalhar pra (sobre)viver, (sobre)viver para trabalhar. Punk.
Ao invés de descansar, recarregar pilhas. Cama ligada no 110, travesseiro no 220. Efeito memória, bateria fraca na maior parte do tempo. Corpo mole, mente à mil. A única que não pára, não sossega, apesar do cansaço. Cabeça cheia, pálpebras curvadas. Idéias desorganizadas, movimentos coordenados.
Realmente, eu preciso dormir,
mas não.
Quem disse que dormir é preciso?

Um dos motivos pelo qual eu não posto há mais de meses.