"and I'm floating in the most peculiar way [...]" ♪
Voando sem sair do chão, tocar sua alma só de te olhar nos olhos. De repente tudo fica tão leve... por osmose as coisas se acalmam.
domingo, 22 de fevereiro de 2009
Molinha, molinha...

Posso sentir quando as coisas perdem o controle. Estragam, passam do ponto. Gosto de tudo nos conformes; e, nem sempre, isso é possível. Por mais paciente que eu seja, tem vez que, não dá pra segurar. Tipo Nasi. Virei colônia de férias pra bactérias e vírus. A corisa agora é minha nova 'best friend'. Ontem dormi abraçada a uma caixa de lenços. Coberta dos pés à cabeça por um lençol não muito fresco, numa noite extremamente abafada.
Céus, gripe é uma merda.
Céus, gripe é uma merda.
Obs.: Causei no post, eu sei. AHAHAH!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
BRASIL,
Na vibe de Novos Baianos, ouvindo um som bem Jorge Ben, ou uma parada bem Cartola.
Sei que não sei de nada.
Só sei que é carnaval.
E só sei também que depois disso que o Brasil funciona.
Sei que não sei de nada.
Só sei que é carnaval.
E só sei também que depois disso que o Brasil funciona.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Infelizmente.
Tudo em volta está um caos.
O mundo só falta desabar.
Interessante é que, quase sempre, acham que é minha culpa.
Não importa o que seja.
Crise financeira, tarifa do metrô, portão trancado, janela aberta, unhas quebrando, cabeça doendo.
Só pra variar, eu prefiro não fazer nada.
Sou uma bicha mesmo.
O mundo só falta desabar.
Interessante é que, quase sempre, acham que é minha culpa.
Não importa o que seja.
Crise financeira, tarifa do metrô, portão trancado, janela aberta, unhas quebrando, cabeça doendo.
Só pra variar, eu prefiro não fazer nada.
Sou uma bicha mesmo.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Eu e você.
Música brasileira, arroz mal feito, rock and roll.
Calça justa, cabelo sujo, cigarro e cerveja.
Falar bobagem, dar risada, soluçar.
Cd's, canetas coloridas, filmes espanhóis.
Comida pronta, requentanda, microondas.
Internet e tevê à cabo.
Horas que não passam, momentos únicos.
Dormir a tarde toda, viver a noite inteira.
Perder isqueiros e comprar fósforos. Acabaram meus fósforos.
Descer a Augusta, subir a Augusta.
Eu e você.
Paixões em comum.
Calça justa, cabelo sujo, cigarro e cerveja.
Falar bobagem, dar risada, soluçar.
Cd's, canetas coloridas, filmes espanhóis.
Comida pronta, requentanda, microondas.
Internet e tevê à cabo.
Horas que não passam, momentos únicos.
Dormir a tarde toda, viver a noite inteira.
Perder isqueiros e comprar fósforos. Acabaram meus fósforos.
Descer a Augusta, subir a Augusta.
Eu e você.
Paixões em comum.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
Noite adentro.
Madrugada;
três da manhã.
Já é tarde quando me deparo com o seu sorriso.
Sorriso de quem dorme e sonha com os mais belos anjos, anseia por um novo dia.
Deitado na cama, abraçado ao travesseiro, com os pés descobertos.
Assim você permanece por horas e eu continuo a te olhar.
Admirar seu rosto, sentir seu cheiro...
Assim eu permaneço por horas, à contemplar suas melhores virtudes; e você, dorme.
Sigo noite adentro observando o quão bom Deus foi contigo.
Não consigo parar de te olhar.
Não posso parar de te olhar.
O dia amanhece e a sua beleza se torna cada vez mais intensa e intocável.
Agora o meu maior medo é que você acorde.
três da manhã.
Já é tarde quando me deparo com o seu sorriso.
Sorriso de quem dorme e sonha com os mais belos anjos, anseia por um novo dia.
Deitado na cama, abraçado ao travesseiro, com os pés descobertos.
Assim você permanece por horas e eu continuo a te olhar.
Admirar seu rosto, sentir seu cheiro...
Assim eu permaneço por horas, à contemplar suas melhores virtudes; e você, dorme.
Sigo noite adentro observando o quão bom Deus foi contigo.
Não consigo parar de te olhar.
Não posso parar de te olhar.
O dia amanhece e a sua beleza se torna cada vez mais intensa e intocável.
Agora o meu maior medo é que você acorde.
Urbano.
É bom poder chegar em casa. Sentar no sofá e saber que o que há a sua volta, pertence à você. Ir na cozinha escura, abrir a geladeira em plena madrugada, dar de encontro com aquela luz forte que os olhos não aguentam e uma caixa de pizza vazia. Depois de um dia que só você sabe como foi, só você sabe o que viu, ninguém mais... Das paradas longas do metrô na estação da Sé, às 6h30 da manhã. Da discussão entre motoristas, cobradores e passageiros, num ônibus lotado que se estaciona no tráfego infernal da Avenida Tiradentes. Após aquele dia difícil, cansativo e desgastante - que por mais que seja assim, não há coisa melhor no mundo - chegar em casa. Aventurar-se com o caminho de volta, enfrentar o desafio de viver em uma grande metrópole, com todo esse caos e confusão, buzinas, fumaças, poluição visual e sonora.
Sentir zêlo, cuidado e paixão pela cidade onde vive. Falta, saudades quando está longe dela. Ter orgulho de dizer, que embora todos os contras, os prós desse lugar te fazem bem. Aprender a gostar do cheiro da desordem, andar em meio a bagunça, pedir bis. E se algum dia o desconforto bater, refuigiar-se ao calor do lar. O lar, que é o melhor lugar do mundo, e fica onde você escolheu. Que carrega com ele todos esses fragmentos de cidade que você trás todos os dias assim que abre a porta da sala. O reflexo do seu dia, da sua cidade, da sua vida.
O bom é sentir que a cidade te acolha, te deixe à vontade, faça seu papel de mãe e amiga quando você se sente sozinho. Que te mostre tudo o que há de bom, e te faça sentir orgulho de que o seu lar é ali. Saber que o melhor do seu mundo está presente, e poder falar de boca cheia: eu amo esse lugar.
Sentir zêlo, cuidado e paixão pela cidade onde vive. Falta, saudades quando está longe dela. Ter orgulho de dizer, que embora todos os contras, os prós desse lugar te fazem bem. Aprender a gostar do cheiro da desordem, andar em meio a bagunça, pedir bis. E se algum dia o desconforto bater, refuigiar-se ao calor do lar. O lar, que é o melhor lugar do mundo, e fica onde você escolheu. Que carrega com ele todos esses fragmentos de cidade que você trás todos os dias assim que abre a porta da sala. O reflexo do seu dia, da sua cidade, da sua vida.
O bom é sentir que a cidade te acolha, te deixe à vontade, faça seu papel de mãe e amiga quando você se sente sozinho. Que te mostre tudo o que há de bom, e te faça sentir orgulho de que o seu lar é ali. Saber que o melhor do seu mundo está presente, e poder falar de boca cheia: eu amo esse lugar.
domingo, 1 de fevereiro de 2009
MARINÃO ♥

-"Geovanna, você é boba?!"
-Não, Marina. Não...
-"Então pára de me enrolar e me entrega esse folder amanhã!"
-Tá bom, Marina. Tá bom...
-"Hãn!"
-Linda...
-"HÃÃÃÃÃÃN!"
Assinar:
Postagens (Atom)
